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quarta-feira, fevereiro 27, 2013

sábado, fevereiro 02, 2013

Zero Desperdício = Zero Fome



O flagelo do desperdício de alimentos ainda acontece em Portugal flagrantemente, temos o exemplo das toneladas de alimentos que vão dos supermercados directamente para o lixo todas as semanas. 

Isto vem em consonância com as notícias que ultimamente têm sido veiculadas, mediante a preocupação face ao aumento da população mundial, da Fome  e a agenda da ONU que encetou uma campanha também contra o desperdício alimentar. (link para notícia)

É necessária actuação local que até pode ser em regime de voluntariado dos jovens, por exemplo,  para recolha de alimentos ou estabelecimento de protocolos junto dos supermercados (como é sabido e foi noticiado, o Pingo Doce é uma das cadeias, penso que com franchising, que deita muitos produtos para o lixo, nomeadamente gourmets! :D ) para esse efeito e posterior distribuição/entrega junto das instituições carenciadas nas respectivas localidades.

Sei que já há muitas empresas que doam os alimentos, mas quando ainda há toneladas a serem desperdiçadas é necessário fazer algo.

Há actos simples que mitigam a estupidez que é o desperdício e o desaproveitamento quando há cada vez mais necessidade em todas as populações locais. É só uma questão de boa organização, como quase tudo :)

Esta parece-me uma espectacular iniciativa nesse sentido: http://www.zerodesperdicio.pt/Participar


terça-feira, novembro 27, 2012

Portugal é capaz, texto de Nicolau Santos


Eu conheço um país que:

.em 30 anos passou de uma das piores
taxas de mortalidade infantil
para a quarta mais baixa taxa a nível
mundial ((80 por mil - 3 por mil).

.em oito anos construiu o segundo
mais importante registo europeu
de dadores de medula óssea,
indispensável no combate às doenças
leucémicas.

.é líder mundial no transplante de
fígado
. está em segundo lugar no transplante
de rins.
.é líder mundial na aplicação de
implantes imediatos e próteses
dentárias fixas para desdentados
totais.

.tem uma empresa que desenvolveu
um software para eliminação do
papel, enquanto suporte do registo
clínico nos hospitais (Alert)

.tem uma das maiores empresas
ibéricas na informatização de
farmácias (Glint)

. inventou o primeiro antiepilético de
raiz portuguesa (Bial).

Eu conheço um país que

.é líder mundial no sector da energia
renovável

.é o quarto maior produtor de energia
eólica do mundo

.está a construir o maior plano de
barragens (dez) a nível europeu (EDP).

Eu conheço um país que

.inventou e desenvolveu o primeiro
sistema mundial de pagamentos
pré-pagos para telemóveis (PT),

.é líder mundial em software de
identificação (NDrive),

.tem uma empresa que corrige e
detecta as falhas do sistema
informático da NASA (Critical) e

.tem a melhor incubadora de
empresas do mundo (Instituto Pedro
Nunes da Universidade de Coimbra)

.calça cem milhões de pessoas em
todo o mundo e produz o
segundo calçado mais caro a nível
planetário, logo a seguir ao
italiano.

.fabrica lençóis inovadores, com
diferentes odores e propriedades
anti-germes, onde dormem, por
exemplo, 30 milhões de americanos.

.é o «state of art» nos moldes de
plástico

.é líder mundial de tecnologia de
transformadores de energia (Efacec)

.revolucionou o conceito do papel
higiénico(Renova).

.tem um dos melhores sistemas de
Multibanco a nível mundial

.desenvolveu um sistema inovador de
pagamento nas portagens das
auto-estradas (Via Verde).

.revolucionou o sector da distribuição

.ganha prémios pela construção de
centros comerciais noutros países
(Sonae Sierra)

.lidera, destacadíssimo, o sector do
«hard-discount» na Polónia
(Jerónimo Martins).

.fabrica os fatos de banho que
pulverizaram recordes nos Jogos
Olímpicos de Pequim

.vestiu dez das selecções hípicas que
estiveram nesses Jogos

.é o maior produtor mundial de
caiaques para desporto

.tem uma das melhores seleções de
futebol do mundo

.o melhor treinador do planeta (José
Mourinho)
e um dos melhores jogadores
(Cristiano Ronaldo).

.tem um Prémio Nobel da Literatura
(José Saramago)

.tem uma das mais notáveis
intérpretes de Mozart (Maria João
Pires)
.tem vários pintores e escultores
reconhecidos internacionalmente
(Paula Rego, Júlio Pomar,
Maria Helena Vieira da Silva, João
Cutileiro)

.tem dois prémios Pritzker de
arquitectura (Sisa Vieira e Souto
Moura).


Portugal é capaz

A Navigator é líder mundial no segmento
do papel fino para escritório.
O grupo Portucel/Soporcel ocupa o 3º
lugar da lista dos maiores exportadores

O pinhão português está a ter uma
grande aceitação, devido à sua elevada
qualidade, e a Cecílio SA aumentou a
produção em 60%

O olival de regadio e azeite extra-virgem,
plantado em Ferreira do Alentejo por um
português regressado a Portugal, às
terras de família, já foi considerado o
melhor do mundo em concurso
internacional e já foi apodado de
petróleo verde.

Portugal é capaz
Nós somos capazes.


segunda-feira, outubro 15, 2012

Professora cria «remédio» contra bullying nas escolas

 Quando adolescente, a professora Deyse da Silva Sobrino media 1,72 metros e pesava 45 quilos. A jovem alta e magra sofria quando era insultada pelos colegas. Na altura, o termo bullying ainda não existia, mas a prática de criar apelidos maldosos e agredir de forma física ou verbal já fazia parte do quotidiano das escolas.

Actualmente, Deyse tem 60 anos e três licenciaturas: biologia, pedagogia e direito. A brasileira dá aulas há 42 anos e tenta passar aos seus alunos ensinamentos que vão além da informática.
Em 2010, Deyse decidiu tomar uma atitude contra o bullying nas escolas. Distribuiu um questionário anónimo por entre 309 alunos contendo perguntas como: você já sofreu bullying? Já praticou? Já viu alguém a praticar?
O resultado surpreendeu a professora: 70% dos alunos já presenciaram a prática, 44,5% já foram vítimas, 38,5% admitiram ter praticado bullying alguma vez na vida e 9,7% praticam constantemente. Os ambientes escolares onde o bullying esteve mais presente foram o pátio e a sala de aula.
Para inverter essa situação, a professora criou um medicamento fictício com a ajuda dos alunos, chamado Sitocol. Sob o slogan «Tomou o Sitocol hoje?», o remédio tem uma bula, escrita de forma colectiva entre os alunos. «Age no organismo produzindo consciência, modificando a maneira de agir das pessoas, o sentimento. Se usado em excesso, o Sitocol vai fazer rir muito e ter muita felicidade», destacou a professora.
Com a campanha, a redução da prática do bullying foi considerável. Em média, 700 alunos têm recebido, por ano, as orientações da professora Deyse, distribuídas por 21 turmas.
Ela pretende agora reaplicar o questionário entre os alunos no próximo ano, mas relata que a melhoria na atitude deles pode ser vista pelos corredores da instituição.

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Arde a Grécia, como um dia Roma.



No ano de 64 AC, Roma ardeu por razões políticas.
Hoje em Atenas assistimos a semelhante infortúnio; apenas o perpetrador não tem rosto desta vez, não se ouve ninguém cantar.

Há muito que os valores da Antiguidade Clássica, pejados pelo Humanismo, morreram, ardendo nas fogueiras da ambição vazia dos Homens.
Hoje, mais do que nunca, pesa-me esse luto.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Sósias

Finalmente resolvi-me quanto a publicar sobre pessoas que vejo na tv e que me parecem sósias. Começo com as protagonistas da série Lost Girl que vi no canal AXN Black e que se parecem, a meu ver, com as portuguesas Lúcia Moniz e Luciana Abreu.



terça-feira, dezembro 20, 2011

Ó Moda, ó Moda, que vens e vais, para que te quero?

Fiz o breve questionário no portal Sapo mulher e eis o resultado

terça-feira, outubro 25, 2011

Sobrepovoados - 7 mil milhões de humanos.



Como é que é suposto sobrevivermos ao enxame de veículos poluidores e excesso populacional que afundam o planeta Terra a cada segundo?

Não é tanto um problema económico de que falamos, nem tão pouco um problema sociológico, mas sim apenas do que está na origem de todos os males: a humanidade.

Da mesma forma que existem pragas de gafanhotos que dizimam quilómetros de campos férteis dos quais dependem outras espécies, também a raça humana se transformou numa praga neste planeta.

Consumimos demasiado para as nossas necessidades, o que só acelera o processo de declínio dos recursos e da própria finitude da possível sobrevivência humana.

O ciclo natural de todas as coisas: o princípio, o auge e o seu declínio.

Fonte: http://www.theatlantic.com/infocus/2011/10/population-seven-billion/100176/

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Tecno-Evolução

Hoje em dia o "i" é igual a interactivo e o "e" a electrónico. Mas não foi apenas linguisticamente, com a utilização de termos mais abreviados e adaptados de outras línguas, mormente o inglês nestas andanças, que tem tido um crescendo nos comportamentos humanos e societais graças à tecnologia.

A este crescendo que tem como origem o próprio aumento da diversidade e qualidade tecnológicas, soma-se um aumento de simplificação dos processos de decisão e dos comportamentos interpessoais que resulta numa perda de qualidade das experiências e aprendizagens dos mesmos. 

Inicialmente, temos história do Homem que inventava materiais e processos para facilitar a sua vida em termos pessoais e sociais à medida que as necessidades surgiam. Depois, tenho em crer, que se tornou numa questão de conformismo e comodismo: "se eu posso inventar e criar, se tenho essa capacidade, porque não exercê-la para me dar mais conforto".
Isto resultou em que a maioria da tecnologia que é criada nos últimos tempos não tenha, em termos reais, tanta servitude quanto isso, ou seja, podia-se passar bem sem ela. É claro que aliada à urgência do belo e do rápido, a Tecnologia adoptou um estatuto não de "corresponder a uma necessidade humana" mas sim de embelezá-la e de ser objecto de sonho e fugacidade.

O ser humano criou muitos aparelhos aos quais pode dar ordens, comandar e ter imediata satisfação com as suas respostas. Estranha-me verificar que, se antes o Homem criou para poder dar ordens e comandar, agora vê-se escravo desses mesmos aparelhos e não consegue fugir a fazer o que eles ditam, muitas vezes nem se apercebem disso.

Teóricos defendem que os instrumentos que o homem cria, a Tecnologia, é sempre uma extensão dos seus membros e sentidos. Em verdade, é o Homem que desenha e coloca todos os parâmetros e atribui as funcionalidades que os aparelhos têm, até mesmo as ordens/requisitos que eles exigem aos seus usuários. Com isto poderia concluir que o Homem criou a Tecnologia para a comandar e em última instância para se comandar; aliviando-se de uma parte do processo decisivo será que o Homem no fundo fê-lo para se controlar? E tendo-se de facto demitido de certas exigências do pensamento decisório, terá o ser humano realmente afastado a pressão da decisão? 

Parece-me claro que o que foi removido da equação Homem+Tecnologia+Decisão=Acção foi a responsabilidade, dando-se assim um falso alívio da pressão da Decisão e um falso demitir de responsabilidade na Acção. O facto de decidir carregar num botão para obter certa acção, um pouco como quando se paga com o cartão multibanco, retira materialidade e consequente peso da própria acção.

Numa metáfora mais visceral, lembro-me de que como seria menos impactante na consciência de um indíviduo matar alguém com as próprias mãos ou com uma arma. O/s meio/s (medium/media) que se usam para concretizar uma acção suavizam-na, de tal modo que a podem tornar inexistente na mente de quem as pratica. Sim, definitivamente, a Tecnologia (nas mãos do Homem; e estou a falar da usada no quotidiano) pode ser muito perigosa e é motivo de preocupação, em especial para o resultado (e também futuro) que está a ter nas gerações mais jovens.

quinta-feira, janeiro 21, 2010


Quantos já não estiveram numa conversa assim...

sexta-feira, agosto 21, 2009

China: detido director de centro para viciados na net

"O director de um centro de recuperação para viciados em internet, Tang Jingcheng, foi detido na China. Segundo a agência Xinhua, denúncias de maus-tratos e de tortura por parte de vários adolescente internados motivaram a detenção.

Os casos foram tornados públicos depois de a mãe de um dos jovens agredidos ter denunciado os casos. O jovem de 14 anos tentou fugir do centro, três dias depois de ter sido internado, revelando que o tratamento era «insuportável». No entanto, um outro paciente de 14 anos foi encontrado, na mesma clínica, com fracturas e lesões graves nos rins, em consequência das agressões sofridas.

Em Agosto, um jovem de 15 anos, foi encontrado morto num centro similar da região autónoma de Guangxi, onde tinha sido internado dez horas antes de morrer.

Estes casos colocaram em causa a confiança nestes centros, que chegavam a recorrer aos choques eléctricos como método para «curar» a dependência pela internet. Em Junho, este método foi proibido pelas autoridades chinesas, após ter sido comprovado que este «colocava em perigo» a saúde dos pacientes."

Fonte: Portugal Diário

terça-feira, junho 02, 2009

Factos conclusivos após estudo empírico sobre a maioria dos espécimes humanóides:

Ou
Manifesto anti-"o ser humano é naturalmente bom":


- Ninguém muda (muito menos a partir de certa idade);

- Só fazem o que querem; o que é bom para eles, o que lhes convém; é o reinado do egoísmo e "um por um e todos por nenhum";

- Grande tendência para (a)gregação (fenómeno "maria vai com as outras"; serve para decisões políticas, afectivas, clubísticas, enfim, todas as práticas e costumes);

- Tudo o que é menos frequente de se ver - o novo, o estranho, o esquisito, o estrangeiro, etc. -, (assusta, e por isso) é para desconfiar, maltratar, abater, etc.;

- Funcionam por encaixe (já se viu no item anterior que quando algo não se encaixa é logo renegado), seja em termos das aparências, que é apenas o que enxergam, seja pelas convenções e conceitos (onde se incluem os pré-conceitos), que elaboram para que tudo faça sentido. Nesse aspecto o homem é pior que o relógio que ele próprio criou, pois não consegue mesmo existir sem pensar e tentar encontrar sentidos para tudo;

- Defendem-se, atacando; perdem instantânea e frequentemente a Razão, que supostamente os distinguia de outros espécimes animais.
Peritos criadores e alimentadores de círculos viciosos, tal como este, o da Violência;

- Todos sentem culpa por algo, mesmo que não tenham a consciência pesada, ou, ainda que não professem qualquer Credo, ou, se esforcem por uma redenção e um lugarzinho no Céu;

- Dão importância a coisas insignificantes; tb passam a vida nisso, talvez porque a vida é demasiado curta (apesar de não terem, no seu decorrer, noção disso), para que ele consigam percebê-lo, distinguir o que é mesmo importante;

- A mesquinhez, a maldade gratuita, pisar os outros para chegar (supostamente) mais alto, é algo recorrente.

Os sentimentos dos humanóides são complexos, tecem teias de conectividade entre si. Como o amor e a culpa e o lugarzinho no céu e o perdão e a violência e a mesquinhez e a ignorância e a superficialidade, etc. É próprio do ser humano, ter um carácter tendencialmente mau, ao contrário do que Rousseau um dia afirmou. É que, actualmente, está muito mais visível e em evidência, por tudo o que o Homem passou,viu e que não pode esquecer, obliterar da sua existência enquanto ser colectivo, o que ele sempre teve de execrável dentro de si, e já não há como fingir, como voltar atrás, dada toda a conspurcação do Ser, um dia, naturalmente bom. Já não somos naturais, somo mega-artificiais, não só pelos/nos costumes e ditames sociais incorporizados, mas também, até mesmo, nos corpos embutidos de plásticos.

Somos animais sociais, artifícios da sociedade ultra-moderna de uma selva que sofre de barbárie tecno-material-crata. Os abutres da competitividade, pelo dinheiro-poder-status, comeram-nos a inocência do amor primordial, de querubins do éden; debicaram-nos o corpo e transformaram-nos em bestas auto-programadas, apenas carcaças de crianças que hoje em dia começam logo com o bullying, para depois passarem a roubar milhões às pessoas, a praticar genocídios, a destruir o âmago do outro sem motivo sequer; seres autómatos para a destruição , não deixando qualquer boa reminiscência possível para a existência de um Futuro.

Ass.: Por alguém que, um dia, já concordou com Rousseau.

sexta-feira, março 13, 2009

Six Billion Others na RTP2

Tenho visto os episódios deste documentário extensivo realizado com base numa recolha de mais de 5.000 entrevistas em 70 países resultando em 4.500 horas filmadas.

O projecto de Yann Arthus-Bertrand pretende retratar a Humanidade contemporânea, auscultando-a nas suas mais simples questões existenciais: "Qual o sentido da vida?", "O que é a Felicidade?", "Quais os sonhos de Infância?", "Qual o maior medo?".

É trabalho deveras impressionante; um conceito simples, tanto a nível gráfico como em termos de conteúdo, têm um alcance enorme visto que não faz qualquer distinção entre as pessoas (sexo, idade, raça, cadastro,...).

Dos episódios que vi até agora, pude constatar que apenas uma diminuta parte das pessoas do planeta diz não ter medo de nada e que já se sente feliz, realizado, sem sonhos por concretizar.

A maioria da Humanidade é sobrevivente (às vezes contra as piores expectativas): seja de guerras, como de acidentes trágicos e as comuns perdas de entes queridos.
Mostram-se pessoas conformadas, mesmo que ainda sonhem. Para a maioria dos seres humanos entrevistados até agora nos episódios que vi, a Felicidade não reside neles mas sim nos filhos, na descendência e pegadas mais permanentes (obras) deixadas na Terra após a morte.

Vale a pena saber mais do Outro, nem que seja para descobrirmos que ele é apenas semelhante a nós e que nada há a recear. Por isso também aconselho que vejam estes testemunhos que despertam em nós tantas reflexões sobre o nosso tempo (e experiência) de vida. Na RTP2 por volta das 00:30 todos os dias de semana.

Mais informações sobre o projecto, no site oficial: www.6billionothers.org.

quarta-feira, março 04, 2009

Ter ou não ter... um canudo, eis a questão!

As duas pessoas mais inteligentes que eu conheço e que automaticamente me reclamam admiração não concluíram qualquer curso superior, ou seja, não têm o dito e supostamente desejado canudo.

Na verdade penso que a verdadeira sabedoria que um canudo encerra, é precisamente a dos canudos que fazemos com uma qualquer folha de papel ou algo parecido que nos permita fazer através do enrolamento do mesmo um nosso tubo caleidoscóspico ou telescópico, mas sem necessidade de qualquer lente, para enxergarmos mais além.

Nisto sim reside a mestria, nós próprios com os nossos artifícios mentais conseguirmos "a olho-nu" ver além do que nos é mostrado.

Quando todos os seres humanos conseguirem esta proeza da auto-consciencialização e responsabilização, "ganhar mais Mundo", regressando ao "saber enciclopédico" (multidisciplinar) à maneira de Da Vinci, alcançaremos sim a possibilidade de um estado verdadeiramente utópico.